Em 2022, atendemos uma incorporadora que buscava o financiamento de um projeto de alto padrão na CAIXA.
O empreendimento era sofisticado, mas a contabilidade… não acompanhava o porte. Sem POC, sem consolidação das SPEs e com informações frágeis. Resultado? Receita registrada em zero e GERIC reprovado.
Depois de alguns meses de organização contábil séria — aplicando o POC corretamente, consolidando as SPEs e estruturando indicadores — a receita que era zero passou a ser reconhecida em R$ 5 milhões ainda em 2022.
Com números consistentes, a empresa pôde finalmente ser reavaliada.
Aprovada.
E então contratou o seu primeiro Plano Empresário: R$ 7 milhões, que deu fôlego para o andamento da obra.
A partir daí, a curva mudou de verdade: em 2023, a empresa alcançou uma receita de R$ 11 milhões e, em 2024, esse número saltou para R$ 32 milhões.
Com bases sólidas e maturidade financeira construída, em 2025 a empresa alcançou um novo patamar: financiamento de R$ 50 milhões para um segundo projeto — agora com estrutura, governança e previsibilidade.
Não é uma questão de porte ou segmento.
Ser incorporador exige responsabilidade técnica, planejamento e contabilidade que reflita a realidade do negócio.
O crédito chega quando a empresa se organiza para ele.
E crescer com consciência continua sendo a melhor estratégia para qualquer incorporadora.

